terça-feira, 27 de outubro de 2009

Vídeo "Leonardo Reis" no Altas Horas

Leonardo Reis tocando no programa Altas Horas, dia 24/10/2009 - Música: Entreolhares (Ana Carolina e John Legend)

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Vídeo "Leonardo Reis" no Faustão

Leonardo Reis tocando no Domingão do Faustão - Música: Tá rindo, é? (Ana Carolina)

Vídeo "Leonardo Reis"

Leonardo Reis tocando no Projeto "Tudo é Percussão" em Salavor/BA!!!

Vídeo "Leonardo Reis"

Leonardo Reis tocando um dos seus instrumentos preferidos "Timbales" no Projeto "Tudo é Percussão" em Salvador/BA.


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Fotos do Projeto "Tudo é Percussão 2"


Tudo é Percussão II - 10/09/2009
Fotos: Carlos Alcântra

Mostra sobre a edição 2008 na galeria do Largo Pedro Arcanjo
Foto: Polly Faraj


°Projeto Tudo é Percussão 2°

EDIÇÃO EM HOMENAGEM À ETNOMUSICÓLOGA E MUSICISTA EMÍLIA BIANCARDI
DIREÇÃO ARTÍSTICA - LEONARDO REIS/ MEDIADOR - JORGE SACRAMENTO
CENTRO HISTÓRICO DE SALVADOR - LARGO PEDRO ARCANJO
DE 08 A 11 DE SETEMBRO DE 2009 - ENTRADA FRANCA

TUDO É PERCUSSÃO VOLTA A AGITAR A CENA NO PELOURINHO
Shows, workshops e bate-papos informais sobre o universo percussivo acontecem no Largo Pedro Archanjo entre os dias 08 e 11 de setembro.
Acostumado às batidas de samba-reggae dos blocos afros, o Pelourinho será palco de um dos maiores encontros percussivos do país, o projeto Tudo é Percussão II – uma iniciativa do Programa Pelourinho Cultural, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. A segunda edição do projeto, que tem direção artística do músico Leonardo Reis, promete reunir percussionistas, estudantes e o público em geral para discutir e desfrutar do universo cheio de ritmo, suingue e musicalidade da percussão brasileira. O público vai poder conferir de graça os shows e workshops que integram a programação, entre os dias 8 e 11 de setembro - no largo Pedro Archanjo, sempre a partir das 14h.Os artistas mais inventivos e consagrados da música percussiva brasileira estarão presentes no evento, que este ano faz uma homenagem à etnomusicóloga e musicista Emília Biancardi. Para o público, uma garantia de ouvir as batidas mais criativas e um pouco da história, técnica, estilos e novidades da percussão. Os workshops serão ministrados pela homenageada, Emília Biancardi, além de Kiko Freitas, Neto Costa, Gabi Guedes, Eletrocooperativa, Yonsen Maia, Kalunga, Neguinho do Samba, Sérgio Chiavazzoli e Arthur Maia.
Diretora do Programa Pelourinho Cultural, Ivanna Soutto destaca o valor educativo do projeto: "A presença expressiva do público na primeira edição somada aos pedidos de retorno do Tudo é Percussão foram dois pontos a favor desta segunda edição - que tem como compromisso maior a democratização da informação e do conhecimento".
"A intenção é ampliar o vocabulário musical e criar, com responsabilidade, um bate-papo sobre a música, suas facetas e dificuldades", explica o diretor Leonardo Reis – que já participou de festivais pelo mundo, realizou diversas turnês e tem uma consagrada carreira como percussionista, ao lado de artistas como Ana Carolina – com quem toca atualmente, Roberto Carlos – um dos trabalhos mais recentes, Caetano Veloso, Gilberto Gil, entre muitos outros. O público terá à disposição informação e a oportunidade de trocar ideias e experiências com músicos muito bem selecionados.
Os shows ficam por conta da Orkestra Rumpilezz; do cantor Luiz Caldas – com o espetáculo Cordas e Couros; do percussionista Orlando Costa; além dos grupos Garagem e Vozes Reveladas. "A música baiana é totalmente percussiva. É preciso manter o ritmo o tempo todo, o que requer boa dose de técnica e improviso para não deixar a peteca cair", brinca Leonardo, dando uma dica do que o público vai poder conferir nos quatro dias de evento. Depois, complementa: "O Pelourinho é o melhor e único lugar para a realização deste projeto. Se o Pelourinho Cultural não abraçasse a nossa iniciativa, não haveria lugar para fazê-lo".
Os encontros serão mediados pelo professor de percussão da Universidade Federal da Bahia, Jorge Sacramento, que também participou da primeira edição do projeto. "A Bahia por si só já é percussiva. Todas as iniciativas que venham a divulgar mais uma particularidade da nossa cultura e valorizar o nosso sangue afro-descendente são absolutamente maravilhosas", elogia.Para Sacramento, o grande sentido do projeto é proporcionar a internacionalização desta característica da música brasileira, além de dar uma visão mais profissional à atividade. "Esta iniciativa contribui para a inserção dos percussionistas no contexto social, instigando-os a aprender duas ou três línguas e utilizar programas de informática para criar suas músicas. É uma forma de levar mais a sério a música e a arte que produzem", acredita o professor.
Capitaneada pelo maestro Letieres, a Orkestra Rumpilezz é uma das atrações mais esperadas do evento. O público poderá conferir o grupo logo na abertura, no dia 08 de setembro, a partir das 18h. Letieres conta que será uma apresentação didática em que ele abordará temas relativos aos diversos ritmos percussivos. "Será basicamente uma aula aberta, em que apresentaremos a origem dos claves da percussão no processo de composição", conta Letieres. Segundo o maestro, a Orkestra Rumpilezz é um dos grupos que mais valorizam a "batida" da Bahia, apesar de se inspirar na música instrumental universal. "Todas as nossas músicas são conectadas com o ritmo em que a percussão e o sopro caminham juntos", afirma.
Com 22 anos dedicados à pesquisa de sonoridades e ao ritmo do tambor, o percussionista Orlando Costa é o responsável por encerrar o projeto Tudo é Percussão II, no dia 11. O músico – que já se apresentou com Caetano Veloso, Marisa Monte, Ney Matogrosso, Carlinhos Brown, Daniela Mercury e Ivete Sangalo - vai apresentar o show Eu... porque sou percussivo, baseado em seu disco homônimo. "Farei uma mistura dos ritmos cubano, indiano, africano e árabe", adianta. Sobre a importância do projeto, diz: "O Tudo é Percussão, mais uma vez, terá um papel bem interessante para a comunidade local e para a nova geração de músicos, por abrir os olhos e educar toda essa garotada".
Também atração do dia 11, Sérgio Chiavazzoli – que toca há 13 anos com Gilberto Gil e há uma década também é diretor musical dos seus shows - promete dar algumas dicas sobre solo, harmonia e improviso. "Pretendo levar instrumentos, como guitarra, violão de aço, banjo de cinco cordas, bandolim e um violão de doze cordas para fazer algumas demonstrações para o público. Mas o grande foco é mesmo uma conversa informal e a interação com a plateia, que poderá me fazer perguntas sobre carreira, minha história de vida e até sobre a minha experiência como musicoterapeuta", revela Chiavazzoli. O público confere ainda Kiko Freitas, que falará sobre bateria, além de Yoncen Maia e Kalunga, que levam informações sobre a engenharia de gravação e o uso de protus.
PERFIL - O Projeto Tudo é Percussão foi realizado pela primeira vez em fevereiro do ano passado e reuniu artistas de peso, como Márcio Victor, Carlinhos Brown, Waltinho Cruz – da banda Chiclete com Banana, Gustavo D’Dalva, entre outros grandes nomes. O projeto foi idealizado em parceria com o percussionista baiano Leonardo Reis e, devido ao seu sucesso, volta a ser promovido pelo Programa Pelourinho Cultural, da Secretaria de Cultura da Bahia.

*SERVIÇO*:
Evento: Tudo é Percussão II
Quando: De 08 a 11 de setembro, às 14h
Onde: Largo Pedro Archanjo (entrada franca)
*Daniela Lustosa*
(Assessora de Comunicação PELOURINHO CULTURAL)
FONTE: www.tudoepercussao2009.tk/





Leonardo Reis no aniversário da cantora Ana Carolina


Nosso querido Leonardo Reis marcou presença no aniversário da cantora Ana Carolina 09/09/09, arrazando na bateria/percussão, como sempre!!!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Vídeo "Leonardo Reis"


Leonardo Reis - Homenagem (montagens dele tocando)
http://www.youtube.com/watch?v=ouhppWTy84I

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Hoje 18/06/2009 é dia de comemorar!!!!


Hoje é dia de comemorar!!!! É aniversário do nosso querido Leonardo Reis e ele merece o nosso carinho sempre!!!!
Léo, que Deus ilumine seus caminhos e que você realize todos os seus sonhos, saiba que todos nós estaremos na arquibancada torcendo sempre por ti!!!
Um super beijo com muito carinho em nome de todos os seus fãs!!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Vídeo "Leonardo Reis" em Guarulhos/SP - 22/05/09


Leonardo Reis e Ana Carolina em Guarulhos/SP - Duelo
http://www.youtube.com/watch?v=Otx6ydx1W5I

Vídeos "Leonardo Reis" no Riosampa - 16/05/09


Leonardo Reis e Ana Carolina no Riosampa - Cabide e Duelo
http://www.youtube.com/watch?v=g2NcjnRQUWg
Leonardo Reis e Ana Carolina no Riosampa - Cabide e Duelo
http://www.youtube.com/watch?v=XRUMcDpN2ow

Leonardo Reis e Ana Carolina no Riosampa - Duelo
Leonardo Reis e Ana Carolina no Riosampa - Duelo
http://www.youtube.com/watch?v=Rn_4IBG_jNI
Leonardo Reis e Ana Carolina no Riosampa - Duelo
http://www.youtube.com/watch?v=xQNTScdw3Q4
Leonardo Reis e Ana Carolina no Riosampa - Cabide e Duelo
http://www.youtube.com/watch?v=42b5GkLVUVE
Leonardo reis e Ana Carolina no Riosampa - Cabide e Duelo
Leonardo Reis e Ana Carolina no Riosampa - Duelo




Vídeos "Leonardo Reis" no Olaria - 18/04/09


Leonardo Reis e Ana Carolina no Olaria - Cabide e Duelo de pandeiros
http://www.youtube.com/watch?v=X9PDncasT5A
Leonardo Reis e Ana Carolina no Olaria - Duelo de pandeiros
http://www.youtube.com/watch?v=Ch6Oky3z-LI
Leonardo Reis e Ana Carolina - Duelo de pandeiros

Vídeo "Leonardo Reis" no Clube Aliados - 17/04/09


Leonardo Reis e Ana Carolina no Clube Aliados -Cabide

Vídeos "Leonardo Reis" no Caio Martins - 21/03/09


LEONARDO REIS E ANA CAROLINA NO CAIO MARTINS - CABIDE E DUELO DE PANDEIROS
http://www.youtube.com/watch?v=5VfbRhaNdr8
LEONARDO REIS E ANA CAROLINA NO CAIO MARTINS - DUELO DE PANDEIROS
http://www.youtube.com/watch?v=BvNpq4dq_14
LEONARDO REIS* E ANA CAROLINA NO CAIO MARTINS - SINAIS DE FOGO/ GARGANTA/ CABIDE*
http://www.youtube.com/watch?v=d9HqUmiH05k

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Vídeos "Leonardo Reis" - (diversos)


LEONARDO REIS E ANA CAROLINA DUELO DE PANDEIROS EM JUIZ DE FORA/MG
http://www.youtube.com/watch?v=K377q4NFaPo
LEONARDO REIS E ANA CAROLINA CABIDE E DUELO DE PANDEIROS TIJUCA TÊNIS CLUBE
http://www.youtube.com/watch?v=8rst8w1T2Gg
LEONARDO REIS E ANA CAROLINA DUELO DE PANDEIROS TIJUCA TÊNIS CLUBE
http://www.youtube.com/watch?v=zwQUnizqV3o&feature
LEONARDO REIS TOCANDO BATERIA NO FESTIVAL DE VERÃO DE SALVADOR (MÚSICA ELEVADOR)
http://www.youtube.com/watch?v=OGOgyq0JAMs

*INSTRUMENTOS PERCUSSIVOS / MINI-DICIONÁRIO*

*Instrumentos Idiofones*

Idiofone é um instrumento musical em que o som é provocado pela sua vibração. É o próprio corpo do instrumento que vibra para produzir o som, sem a necessidade de nenhuma tensão. Esta categoria compreende a maior parte dos instrumentos executados por atrito (como o reco-reco e o guiro), por agitação (como o chocalho, caxixi e ganzá), assim como muitos instrumentos de percussão melódica, como os xilofones. Os blocos sonoros, claves e pratos são exemplos de idiofones percutidos sem intenção melódica.
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AGOGÔ
O agogô é um instrumento musical idiofone, compõe-se de duas até 4 campânulas de ferro, ou dois cones ocos e sem base, de tamanhos diferentes, de folhas de flandres, ligados entre si pelas vértices. Para se tirar som desse instrumento bate-se com uma baqueta de madeira nas duas bocas de ferro, também chamadas de campânulas, do instrumento. Na capoeira é mais conhecido por "gã" - nome este que vem de akokô, palavra nagô que significa "relógio" ou "tempo", assim como um som extraído de um instrumento metálico.
AFOXÉ
Afoxé é um instrumento musical composto de uma cabaça pequena redonda, recoberta com uma rede de bolinhas de plástico parecido com o Xequerê sendo que o afoxé é menor. O afoxé pode ser de madeira e/ou plástico com missangas ou contas ao redor de seu corpo. O som é produzido quando se giram as missangas em um sentido, e a extremidade do instrumento (o cabo) no sentido oposto. Antigamente era tocado apenas em Centros de umbanda e no samba. Atualmente, o afoxé ganhou espaço no Reggae e música Pop.
CASTANHOLA
A castanhola é um instrumento de percussão criado pelos fenícios há três milénios que foi introduzido nos demais países do Mediterrâneo através do comércio marítimo desenvolvido por esse povo. Em Espanha tornou-se num instrumento nacional. É constituído por dois pedaços de madeira de castanheira em forma de prato fundo , perfurado e ornamentado com uma fita que se coloca em redor do polegar. O seu nome deriva do seu formato, que lembra uma castanha. As castanholas emitem um som seco e oco, de entoação imprecisa. São de origem espanhola, se bem que sejam conhecidas desde o tempo dos Romanos, são populares também em Portugal, assim como nalguns países hispano-americanos. As castanholas servem de acompanhamento rítmico para muitas danças folclóricas, como o flamenco, por exemplo. Na orquestra são colocadas no extremo de uma pequena vara que é agitada, facilitando deste modo a sua execução a estrangeiros. Empregam-se na música erudita para obter um colorido espanhol, por exemplo, Carmen de G. Bizet. Em qualquer par de castanholas há uma que tem o som mais agudo do que a outra, distinguindo-se, respectivamente, com os nomes de castanholas-fêmea e castanholas-macho. Para tocá-las, há que segurá-las com o polegar através do cordão que as une; o qual atravessa a sua parte superior, chamada "orelha", fazendo-as estalar através da percussão rítmica dos restantes dedos. Em algumas ocasiões, as castanholas de uma das mãos batem com as da outra, dependendo dos passos de baile. Também podem ser produzidos efeitos de glissando, ondulando (alternando as duas mãos), trilos e rufos vêm do norte de Portugal.
CHIMBAL
O chimbal (português brasileiro) ou prato de choque (português europeu) é um dos pratos da bateria que, assim como o ride, tem a função de conduzir o ritmo. Também é conhecido no termo original em inglês hi-hat. Basicamente, consiste em dois pratos montados face-a-face em um pedestal, equipado com dispositivo de pedal. Podem ser aproximados ou separados ao se acionar ou aliviar o pedal, respectivamente. Podem ser tocados com baquetas ou vassourinhas, com os pratos fechados, durante a abertura ou abertos, ou ainda acionando o pedal para trazer os pratos juntos de forma vigorosa. O prato de baixo geralmente é mais pesado que o de cima, garantindo um som preciso de ambos, mas não é regra. É importante também que o volume do chimbal (ou pratos de choque) esteja balanceado com o volume da caixa e do bumbo. Isso para ter-se um som mais agradável e definido.
TRIÂNGULO
O triângulo é um instrumento musical idiofone de percussão feito de metal e usado no folclore português e também em alguma música brasileira, como o forró. Pode também ser incluído na secção de percussão de uma orquestra ou de uma banda de musica. Normalmente é feito de ferro ou aço, mas podem ser encontrados em alumínio. O som do instrumento é obtido por percussão, através do movimento do bastão (batedor), que bate no triângulo em sincronia com a mão que o segura e determina o som aberto (com maior sustentação) ou fechado. É usado em combinação com zabumba e acordeão em ritmos regionais como forró, xaxado, xote etc.
BLOCO SONORO
Bloco Sonoro ou wood block é um idiofone (instrumento de percussão) composto de blocos ocos de madeira ou plástico e executado por percussão. Os formatos podem ser variados, como blocos em forma de caixa, tubulares, esféricos ou ovóides. Os blocos são ocos e sempre possuem um rasgo ou furo para permitir a vibração de suas paredes, portanto, além de produzirem o som, também funcionam como sua própria caixa de ressonância. Um conjunto de blocos sonoros possui geralmente 5 ou mais blocos de tamanhos diferentes, cada um com uma afinação. Podem ser fixados a um suporte metálico por parafusos ou cordas ou ainda apoiados em uma superfície plana. Músicos do leste asiático usam uma variedade de blocos sonoros variando de pequenos blocos que cabem na mão até grandes caixas (geralmente fixas em templos) que são tocadas através de uma pequena tora de madeira que é balançada em direção a elas. Tambores de tora feitos de troncos ocos de madeira utilizam um princípio semelhante e são utilizados na África e nas ilhas do Pacífico. Os modelos mais comuns são construídos em madeira (daí seu nome em inglês: wood block), mas também existem os modelos em plástico, que graças à sua composição, imitam o som da madeira. Os blocos são tocados com baquetas de ponta dura. Normalmente fazem parte do conjunto de instrumentos da seção de percussão de conjuntos musicais ou orquestras. Também pode ser montado como parte de uma bateria. É ideal para percussionistas que buscam compor seu set de instrumentos com efeitos sonoros originais.
CARRILHÃO
Um carrilhão é um instrumento musical de percussão; é formado por um teclado e por um conjunto de sinos de tamanhos variados, controlados pelo teclado. Os carrilhões são normalmente alojados em torres de igrejas ou conventos e são dos maiores instrumentos do mundo. Os carrilhões apareceram no século XV na Flandres quando os construtores de sinos conseguiram aperfeiçoar a sua arte de modo a conseguirem que cada sino reproduzisse um tom exacto. A maior concentração de carrilhões antigos situa-se na Bélgica, Holanda e nas regiões do norte da França, Alemanha e Polónia, onde eram colocados como símbolos de orgulho das cidades mais ricas e como demonstração do seu status. Como cada nota é produzida por um único sino, a amplitude musical do carrilhão é determinada pelo número de sinos que este possui. Com menos de 23 sinos (2 oitavas), o instrumento não é considerado um verdadeiro carrilhão. (chime) Em média, os carrilhões têm 47 sinos (4/5 oitavas), enquanto os maiores possuem 77 sinos (6 oitavas). Sentado numa cabine por baixo do carrilhão, o carrilhonista pressiona as teclas com a mão protegida ou com o pulso. As teclas accionam alavancas e fios que ligam directamente aos badalos dos sinos; tal como no piano, o carrilhonista pode fazer variar a intensidade da nota de acordo com a força aplicada na pressão da respectiva tecla. Em conjunto com as teclas manuais, os sinos maiores, possuem também pedais que oferecem a possibilidade das notas graves, serem tocadas de duas maneiras diferentes. Outro tipo de carrilhão é o Carrilhão Sinfónico ou de Orquestra. Este carrilhões são formados por tubos ocos de diferentes tamanhos, soando diferentes alturas de notas. Os carrilhões são dispostos no sentido vertical, pendurados de maneira gradual, de acordo com os seus tamanhos. A batida no carrilhão é feita através de uma baqueta, batendo esta baqueta na extremidade superior do carrilhão. Os sons destes carrilhões se assemelham muito a sinos de igrejas. Usado na orquestra para produzir efeitos especiais.
XILOFONE
Xilofone é o nome genérico para vários instrumentos musicais, mais precisamente idiofones percutidos, que consistem em várias lâminas de madeira dispostas cromaticamente. Entre os instrumentos que se podem considerar como metalofones temos o xilofone (propriamente dito), a marimba, o balafon, etc. O Xilofone propriamente dito é um instrumento musical definido como de percussão, de altura definida ou de som determinado. Apareceu nas orquestras no século XIX. Compõe-se de uma seqüência ordenada de placas de madeira, dispostas de maneira análoga às teclas de um piano. Desta maneira, as placas de madeira de som mais grave estão à esquerda do executante e, em direção à direita, as notas vão tornando-se agudas. Há uma seqüência de placas em primeiro plano que equivalem às teclas brancas do piano (notas naturais) e, em segundo plano um pouco mais elevadas, as placas de madeira que equivalem às teclas pretas do piano (notas acidentadas). Sob cada placa de madeira, há um tubo de ressonância, geralmente em alumínio, que dá corpo ao som. As placas de madeiras são confeccionadas com todo o esmero possível, criteriosamente secas e afinadas com precisão. Tradicionalmente, a madeira escolhida é o jacarandá (rosewood) mas no Brasil temos um ótimo resultado com ipê. O xilofone apoia-se sobre um suporte/mesa com rodízios. Percute-se as placas de madeira usando baquetas, com cabeças, que podem ser de madeira dura, de borracha ou outro material sintético, conforme o timbre que se queira. Semelhante ao xilofone, a marimba, possui mais teclas de madeira mais largas, numa área mais grave. Precursor do xilofone, é o balafon, originário de África. A diferença esta no reduzido número de teclas e na solução de cabaças para os ressonadores. Isto exige um formato curvo e amarrações em couro e cordas. Alguns músicos de Jazz têm demonstrado interesse por este instrumento musical africano, tendo sido introduzido em seus trabalhos vanguardistas.
ATABAQUE
Atabaque (ou Tabaque) é um instrumento musical de percussão. O nome é de origem árabe: at-tabaq (prato). Constitui-se de um tambor cilíndrico ou ligeiramente cônico, com uma das bocas cobertas de couro de boi, veado ou bode. É tocado com as mãos, com duas baquetas, ou por vezes com uma mão e uma baqueta, dependendo do ritmo e do tambor que está sendo tocado. Pode ser usado em kits de percussão em ritmos brasileiros, tais como o samba e o axé music.
CAXIXI
O caxixi é instrumento idiofone do tipo chocalho, de origem africana. É um pequeno cesto de palha trançada, em forma de campânula, pode ter vários tamanhos e ser simples, duplo ou triplo; a abertura é fechada por uma rodela de cabaça. Tem uma alça no vértice. Possui pedaços de acrílico, arroz ou sementes de Tinquim secas no interior para fazê-lo soar. É usado principalmente como complemento do berimbau. A mão direita que segura a vareta entre o polegar e o indicador, segura também o Caxixi, com o médio e o anular, Desta maneira, cada pancada da vareta sobre a corda é acompranhada pelo som seco e vegetal do Caxixi.
CHIMBAL
O chimbal (português brasileiro) ou prato de choque (português europeu) é um dos pratos da bateria que, assim como o ride, tem a função de conduzir o
ritmo. Também é conhecido no termo original em inglês hi-hat. Basicamente, consiste em dois pratos montados face-a-face em um pedestal, equipado com dispositivo de pedal. Podem ser aproximados ou separados ao se acionar ou aliviar o pedal, respectivamente. Podem ser tocados com baquetas ou vassourinhas, com os pratos fechados, durante a abertura ou abertos, ou ainda acionando o pedal para trazer os pratos juntos de forma vigorosa. O prato de baixo geralmente é mais pesado que o de cima, garantindo um som preciso de ambos, mas não é regra. É importante também que o volume do chimbal (ou pratos de choque) esteja balanceado com o volume da caixa e do bumbo. Isso para ter-se um som mais agradável e definido.
CHOCALHO
Chocalho é o nome genérico para vários instrumentos musicais, mais precisamente idiofones de agitamento, que consistem num recipiente oco que contém pequenos objectos no seu interior. Entre os instrumentos que se podem considerar como chocalhos temos o chocalho (propriamente dito), as maracas, o ganzá, o caxixi, o xique-xique, etc. O chocalho, propriamente dito, consiste num cilindro comprido oco, geralmente de metal, com objectos no seu interior (conchinhas, missangas, sementes, etc.). O nome em inglês é shaker, e é também com esse nome que o instrumento é conhecido em Portugal. O som é produzido agitando o instrumento, de modo que os objectos no seu interior choquem com as paredes internas. Muito usado em samba e bossa nova e em festas populares brasileiras, como o carnaval brasileiro. A partir da década de 1950, começou a ser muito difundido em conjuntos musicais. Os chocalhos pode ser confecciondos artesanalmente, com latas e pedras.
GANZÁ
Ganzá é um instrumento musical de percussão utilizado no samba e outros ritmos brasileiros. O ganzá é classificado como um idiofone executado por agitação. É um tipo de chocalho, geralmente feito de um tubo de metal ou plástico em formato cilíndrico, preenchido com areia, grãos de cereais ou pequenas contas. O comprimento do tubo pode variar de quinze até mais de 50 centímetros. Os tubos podem ser duplos ou até triplos.
METALOFONE
Metalofone é o nome genérico para vários instrumentos musicais, mais precisamente idiofones percutidos, que consistem em várias lâminas de metal dispostas cromaticamente. Entre os instrumentos que se podem considerar como metalofones temos o metalofone (propriamente dito), o vibrafone, a celesta, o glockenspiel, o xilofone de brinquedo, etc. O metalofone propriamente dito é um instrumento com lâminas feitas de metal, dispostas como as teclas de um piano, com ou sem ressoadores, e com um abafador de pedal. As baquetas em geral apresentam cabeças duras em madeira, borracha ou metal, conforme o efeito desejado.
PRATOS
Prato ou címbalo é o nome genérico atribuído a vários instrumentos musicais de percussão, construídos a partir de uma
liga de metal, geralmente, à base de bronze, cobre e/ou prata. Podem ser percutidos com um par de bastões chamados de baquetas, ou golpeando-se cada um dos pratos contra o outro, deixando-os depois vibrar livremente, ou ainda abafando a vibração imediatamente após o impacto, de acordo com o efeito desejado.
RECO-RECO
Reco-reco é um termo genérico dos instrumentos idiófonos que produzem som por raspagem. A forma mais comum é constituída de um gomo de bambu ou uma pequena ripa de madeira com talhos transversais. A raspagem de um pauzinho sobre os talhos produz o som. Também chamado de raspador, caracaxá ou querequexé. Outra modalidade é o amelê baiano, constituído de uma pequena caixa de madeira com uma mola de aço estendida; a mola é friccionada por tampinhas de garrafa enfiadas em uma vareta de ferro.
SINO
Um sino é um dispositivo de som produzido simples. O sino é um instrumento de percussão e um idiofone. Sua forma é geralmente um cone oco ampliável que ressoa em cima ao ser golpeado. O instrumento impressionante pode ser uma lingüeta suspendida dentro do sino, sabido como uma válvula (também usam-se os nomes "badalo" para a lingüeta interna, ou "martelo", quando é uma peça que toque o sino por fora), de uma esfera pequena, livre incluída dentro do corpo do sino, ou de um malho separado.
SINOS TUBULARES
Os sinos tubulares , também chamado de carrilhão de orquestra é um instrumento musical da família da percussão. Ele é formado por cilindros de metal de 30 a 38 milímetros de diâmetro, afinados de acordo com a variação comprimento de cada um. Os tubos são dispostos verticalmente lado a lado em uma seqüência cromática de uma oitava e meia, indo do Dó5 ao Fá6. Existem versões com extensão até o Fá4, mas estes são muito pesados e raramente são usados. Os tubos do carrilhão de orquestra são percutidos na parte de cima com pequenos martelos, geralmente com cabeça de plástico. O som se assemelha ao dos pesados sinos, como se pode ouvir na Symphonie Fantastique de Berlioz e na 1812 Overture de Tchaikovsky, dentre outras obras.
TAMBOR DE AÇO
O tambor de aço (steel drum em inglês) é um instrumento musical de percussão originário de Trinidad e Tobago. É constituído por um cilindro feito de aço, com o fundo moldado em concavidades de diferentes tamanhos. Cada cilindro emite uma nota diferente e são afinados cromaticamente (embora alguns tambores de aço possam eventualmente ter afinação diatônica). O instrumento é tocado golpeando-se as concavidades com baquetas revestidas de borracha ou feltro. Originalmente tocado no carnaval na América Central e Caribe, seu timbre metálico peculiar encanta diversos músicos de jazz, género em que o tambor de aço tem ganhado espaço. Em alguns países, os tambores de aço têm sido muito utilizados em músicas infantis.
XEQUERÊ
Xequerê em português, Shekere em inglês e Sekere na ortografia Yoruba, é um instrumento musical de percussão da África, consiste de uma cabaça seca cortada em uma das extremidades e envolta por uma rede de contas. Ao longo de todo o continente africano é chamado de diferentes nomes, como o lilolo, axatse (Gana), e chequere. É predominantemente chamado shekere na Nigéria. O Xequerê é feito de pequenas cabaças que crescem no campo. A forma da cabaça determina o som do instrumento. Um Xequerê é feito por secagem da cabaça, por vários meses, em seguida, a remoção da polpa e sementes. O Xequerê é agitado quando é tocado.

*Instrumentos Membrafones*

Membranofones são instrumentos de percussão, que produzem som através da vibração de membranas distendidas. É uma das 4 principais divisões no sistema original de Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. São exemplos de membranofones os tambores e os kazoos.

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TAMBOR
Os tambores são utilizados desde as mais remotas eras da humanidade. Acredita-se que os primeiros tambores fossem troncos ocos de árvores tocados com as mãos ou galhos. Posteriormente, quando o homem aprendeu a caçar e as peles de animais passaram a ser utilizadas na fabricação roupas e outros objetos, percebeu-se que ao esticar uma pele sobre o tronco, o som produzido era mais poderoso. Pela simplicidade de construção e execução, tipos diferentes de tambores existem em praticamente todas as civilizações conhecidas. A variedade de formatos, tamanhos e elementos decorativos depende dos materiais encontrados em cada região e dizem muito sobre a cultura que os produziu. Os tambores exerciam nas civilizações primitivas diversos papéis. Além da produção de música para rituais e festas, os tambores, devido à sua grande potência sonora, também foram usados como meios de comunicação. Todos os tambores são membranofones, o que significa que o som é produzido por membranas esticadas, mas existem muitas características que podem variar: O formato do corpo dos tambores varia devido à sua forma de construção. Tambores feitos de troncos de árvores escavados ou ripas de madeira fixadas por anéis como um barril têm formato cônico, como os atabaques ou bojudos, como as congas. Tambores com corpo metálico normalmente possuem o corpo totalmente cilíndrico, como os timbales, caixas e tom-tons. Os tímpanos, por sua vez, possuem corpo esférico. Existem ainda muitos outros formatos possíveis. Alguns, como o djembê possuem corpo em formato de cálice (mais largos em uma das extremidades). Outros, como o tambor falante possuem corpo em forma de ampulheta (mais largos nas extremidades). A maior parte dos tambores produz sons sem altura definida, mas alguns são afináveis e permitem produzir notas definida. Os tímpanos permitem a afinação precisa e a variação da nota produzida através de pedais que alteram a tensão da pele. Os ton-tons e timbales permitem uma afinação um pouco menos precisa e cada tambor só produz uma nota. Isso significa que para obter a mesma quantidade de notas que dois ou três tímpanos produzem, seria necessária uma quantidade muito maior de ton-tons. Alguns outros instrumentos permitem que o percussionista controle a altura da nota produzida alterando com as mãos a tensão da pele, tal como ocorre nas tablas e nos tambores falantes (embora nestes casos as notas não sejam precisamente afinadas). Os tambores podem ter pele em apenas uma ou em ambas as extremidades. Os que possuem duas peles, podem ser executados pela percussão simultânea de ambas as peles, como em uma zabumba. A segunda pele pode ter apenas papel estético ou contribuir para o timbre do instrumento, como ocorre com a caixa, que possui esteiras na segunda pele. Os tambores podem ser percutidos com baquetas, escovas de arame ou diretamente com as mãos, que exercem ainda o papel de abafadores para alterar o timbre, a altura ou a intensidade do som produzido. Tambores de grande porte como o japonês Taiko, normalmente necessitam de grandes baquetas, enquanto que as baquetas de tambores menores, como um tamborim não passam de pequenas varetas. Os tambores são utilizados em todos os tipos de música, como instrumentos rítmicos, contribuindo para a marcação do tempo da música. Cada cultura e gênero musical, no entanto, utiliza um conjunto diferente de tambores, que servem para definir sua personalidade rítmica. Para mais detalhes sobre a utilização de cada tipo de tambor, consulte os verbetes correspondentes a cada um na lista abaixo. Os tambores exercem também um papel mais utilitário na marcação rítmica de marchas ou na comunicação de comandos militares.
TIMBALES
Timbales (também pronunciado tímbales ou timbalas) são tambores de baixa altura, com apenas uma pele, menos profundos que timbalões, e geralmente mais agudos. O executante usa uma variedade de baquetas, toques com a mão, toques no aro e rufos, para produzir uma vasta gama de sons em solos e em certas secções da música, e geralmente toca no corpo do instrumento ou em outros instrumentos de percussão auxiliares, tais como uma caneca ou um prato, para manter o ritmo. O corpo do instrumento é geralmente feito de metal, mas alguns construtores oferecem timbales feitos em ácer ou outras madeiras. As peles são leves e afinadas de um modo agudo tendo em conta o seu tamanho. Timbales é também a palavra em francês para tímpanos, de modo que, os franceses costumam chamar o instrumento afro-cubano de timbales latines ou timbales créoles. De facto, os timbales foram inventados no séc XX como substitutos portáteis dos tímpanos das orquestras afro-cubanas. Tradicionalmente, os timbales são montados em pares, e tocados de pé. Podem ser tocados com baquetas de bateria, ou, tradicionalmente com baquetas próprias. O diâmetro das peles varia entre 12 a 16 polegadas, com os pares geralmente apresentando uma diferença de uma polegada de diâmetro entre cada tambor. Alguns construtores têm produzido recentemente timbales menores (chamados timbalitos) com diâmetros de 6, 8 ou 10 polegadas.
TÍMPANO
O tímpano é um instrumento musical de percussão. Seu uso mais comum é na orquestra, embora tenha presença marcante no jazz e em bandas sinfônicas, além de proporcionar efeitos de sonoplastia. O tímpano é um instrumento membranofone de som determinado, e não temperado. Sua evolução na música européia vai desde o par central barroco (sem pedal e com pele animal) ao quinteto moderno do século XX. Mas, há músicas em que um só timpanista utiliza mais de cinco tímpanos, além de músicas que necessitam mais de um executante como a Sinfonia Fantástica, de Berlioz.
ALFAIA
Alfaia é um instrumento da família dos membranofones (ou seja: o som é obtido através da membrana ou pele e instrumento de altura indeterminada), utilizado principalmente do rítimo do Maracatu, mas também é usado em Coco-de-Roda e a Ciranda. O tocador apesenta-se em pé e usa baquetas.
ASHIKO
O ashiko é um tipo de tambor moldado como um cone truncado e é tocado com as mãos. Ele é muito usado ao longo da África e nas Américas. Em Cuba , é conhecido como boku e é usado durante carnavais e paradas de rua chamado comparsas. Ao contrário os sons de um djembe cujo corpo oferece dois tons principais, as extremidades diretas oferecem uma quantidade contínua de tons que dependem em como perto do centro da cabeça é golpeado o tambor. Alguns consideram que o ashiko a versão feminina do djembe.
BATÁ
Batá é um tambor horizontal, formado por uma caixa de ressonância (geralmente um cilindro de madeira) coberta com couro nas duas extremidades. Esse tipo de tambor é muito comum na África ocidental, em Cuba e no Haiti, mas é relativamente raro nos cultos afro-brasileiros, com exceção do Tambor de Mina do Maranhão, onde é universalmente usado. Tanto na África como no Novo Mundo, o batá é tradicionalmente associado ao seu equivalente Badé. O tambor Batá na sua versão afro-cubana foi trazido na ultima década ao Brasil através de membros da comunidade de praticantes brasileiros da "santería" afro-cubana da nação lucumí, e existem atualmente no Rio de Janeiro dois batás consagrados, "de fundamento"
BATERIA
A bateria é um conjunto de tambores (de diversos tamanhos e timbres) e de pratos colocados de forma conveniente com a intenção de serem percurtidos por um único músico, denominado baterista, geralmente, com o auxílio de um par de baquetas, vassourinhas ou bilros, embora no caso de alguns executantes, possam também ser usadas as próprias mãos.
BODHRÁN
O bodhrán é um instrumento musical de percussão irlandês que assemelha-se a um tamborim. O couro é preso em um dos lados do instrumento. O outro lado é aberto para que uma mão do musicista seja posicionada contra o lado coberto a fim de controlar a altura e timbre do som.
BONGÔ
Bongô é um instrumento musical do tipo membranofone, composto por dois pequenos tambores unidos entre si.
BUMBO
Um bumbo (português brasileiro) ou bombo (português europeu) (em inglês, bass drum), é um tambor cilíndrico de grande dimensão, de som grave e seco. Numa bateria, fica no centro, ao chão. É percutido por uma maceta acionada através de um pedal, usualmente comandado pelo pé direito do baterista (no caso de bateristas destros), mas também pode contar com pedais duplos, para ambos os pés. O bumbo é como o coração da bateria, é ele quem dá as batidas mais graves e constantes que ajudam na formação do ritmo e como efeito levam as pessoas a se movimentarem de acordo com suas batidas. O bumbo utilizado em orquestras, conhecido como bumbo sinfônico ou gran cassa ("grande caixa", em italiano), possui dimensões bem maiores, e fica normalmente apoiado sobre um cavalete ou carrinho, com a membrana em ângulo de aproximadamente 45º com o piso. É percutido por macetas accionadas com a mão. Em desfiles ou em fanfarras, o bumbo é transportado à frente do peito, pendurado nos ombros por cintas de couro (talabarte), e normalmente é percutido em ambas as membranas, por duas macetas, uma em cada mão.
CAIXA
Caixa, tarola, tarol, caixa clara ou, na designação original em inglês, snare drum é um tipo de tambor bimembranofone composto por um corpo cilíndrico de pequena seção, com duas peles fixadas e tensionadas através de aros metálicos, uma esteira de metal, constituída por pequenas molas de arame colocada em contato com a pele inferior, que vibrar através da ressonância produzida sempre que a pele superior é percutida, produzindo um
som repicado, característico das marchas militares.
CONGA
Conga é um tambor semelhante ao "atabaque" usado em par ou trio, sustentado em suportes para que o instrumentista toque em pé. O instrumento possui um casco cônico ovalado, quase como um barril (o que o diferencia do atabaque que tem casco cônico ou cilíndrico). Este instrumento musical de origem cubana ecoa um som médio grave, e sua forma cônica ovalada foi historicamente originada da utilização de barris sem tampas com peles esticadas em uma das "bocas" do barril através de cordas, modelo utilizado até início do século XX. Posteriormente, em meados do século XX, foi aperfeiçoado este acabamento para o modelo atual, no qual a pele é esticada por canoplas e grampos. Os movimentos para execução de qualquer toque acontecem na articulação do pulso. Em geral, a pele utilizada na conga é de couro de búfalo, por ser mais grossa e permitir uma sonoridade média-grave mais característica. As medidas das congas são feitas pelo diâmetro de suas peles, em polegadas (padrão internacional). Em medidas, as congas podem ser divididas em: quinto (no Brasil, 9" e 3/4 de diâmetro), conga (no Brasil, 11" ou 11" e 3/4), tumba (12") e supertumba (12" e 3/4). No padrão cubano, o quinto pode ser de 11", segundo a afinação, pois o quinto deve ser sempre o tambor mais agudo do set de congas. Em Cuba e nos Estados Unidos, o quinto de 9" e 3/4 é chamado de requinto ou superquinto. Em uma execução musical, geralmente em gêneros musicais afro-latinos (tais como guaganco, merengue, mozambique, salsa, conga de comparsa), as congas de sonoridade média-grave (11" e 11" e 3/4) e grave (tumbas 12" e supertumbas 12" e 3/)marcam a base rítmica principal (célula-base). Já o quinto e o superquinto geralmente solam sobre a célula rítmica da base, com floreios variados e rudimentos, tais como: quiálteras, fusas, semifusas, fraseados rítmicos livres, "flans", etc. Embora as congas, tumbas e requintos sejam utilizadas em tais execuções musicais desta maneira, nada impede que as funções de cada tipo de conga sejam invertidas, pois estes instrumentos podem sofrer afinação através do aperto ou afrouxamento dos grampos de metal que situam-se encaixados sob o aro externo de contenção da pele. Tais grampos prendem-se através de uma canopla junto ao corpo do instrumento, sofrendo a pressão de uma porca adequada para tais grampos parafusados. O corpo da conga pode ser feito de diferentes materiais, tais como madeira (tais como cerejeira, carvalho, angelim), fibra de vidro e fibra de carbono. Percussionistas percutem neste instrumento até com as unhas, criando uma sonoridade peculiar.
CUÍCA
Cuíca é um instrumento musical, espécie de tambor, com uma haste de madeira presa no centro da membrana de couro, pelo lado interno. O som é obtido friccionando a haste com um pedaço de tecido molhado e pressionando a parte externa da cuíca com dedo, produzindo um som de ronco característico. Quanto mais perto do centro da cuíca mais agudo será o som produzido. A classificação da cuíca é ambígua. Algumas classificações (por exemplo, Hornbostel–Sachs) dão a cuíca como exemplo de um membranofone friccionado. Outras qualificam-na como um idiofone friccionado, sendo a vibração da haste transmitida à membrana por contato. A colocação da haste no interior da caixa é que a difere, fundamentalmente, dos tambores de fricção europeus e reforça a hipótese de ter sido introduzida no
Brasil pelos negros banto. Seu uso é muito difundido na música popular brasileira. Por volta de 1930, passou a fazer parte das baterias das escolas de samba. Outras denominações para o instrumento: puíta, roncador e tambor-onça.
TAIKO
A palavra taik significa simplesmente "grande tambor" em Japonês. Fora do Japão, a palavra é usada frequentemente para referir-se a alguns dos vários tambores japoneses ('wa-daiko', "Tambor Japonês", em Japonês). O nagado-daiko (taiko de corpo longo) consiste de duas peças de pele de vaca estendidas e tensionadas sobre um corpo de madeira (tradicionalmente escavado em uma única peça, mas hoje em dia feita de tábuas como um barril). As peles do tsukeshime-daiko (às vezes chamado simplesmente de "shime-daiko" ou "shime") são estendidas sobre anéis de aço e montadas como um sanduíche sobre um corpo menor. As cordas usadas para fixar as peles no tsukeshime-daiko's são tensionadas antes de cada uso. O okedo-daiko (taiko com corpo em barril, normalmente chamado de "okedo" ou "oke") pode ser montado sobre um suporte e tocado como outros tipos de taiko, mas é usualmente fixado com alças e carregado nos ombros do percussionista que pode assim andar e tocar ao mesmo tempo. Outros taikos japoneses incluem o uchiwa-daiko (taiko), hira-daiko (taiko chato), o-daiko (grande taiko) e uma variedade de outros instrumentos de percussão utilizados nos conjuntos musicais japoneses como o noh, o gagaku e o kabuki. Os tambores okedo-daiko drums vão desde pequenos instrumentos fáceis de carregar até o maior de todos os tambores japoneses. Diferentemente do nagado, este tambor pode ser feito em vários tamanhos mas não em qualquer tamanho, devido à sua construção com tábuas de madeira. A região de Aomori é famosa pelo festival Nebuta onde enormes okedo-daiko são tocados por muitas pessoas enquanto são transportados pelas ruas. O okedo também pode produzir um som metálico por percussão em seu anel, chamado "ka." Ao produzir este som, os músicos devem ter cuidado para percutir apenas a parte externa do anel metálico e não o ponto de fixação no corpo do instrumento. A madeira fina e leve do okedo pode ficar marcada e rapidamente deteriorada se atingida.
TAMBOR FALANTE
O Tambor falante é um tambor da África Ocidental cilindro que a altura pode ser regulada de maneira que é dito o "tambor de comunicação". O tocador coloca o tambor embaixo do braço e bate o instrumento com um pau ou um aro de ferro com uma bola na ponta. Um tocador levanta ou abaixa o tom do tambor falante, ao apertar ou ao liberar as cordas do tambor com o braço. Isso pode produzir sons informativos extremamente complicados para transmitir mensagens. A habilidade de mudar a altura do cilindro é análogo ao da linguagem tonal de algumas línguas Africanas.
TAMBORIM
Tamborim é um instrumento de percussão e com um tambor pequeno. No Brasil, é usado especialmente nas danças cantadas de origem africana, como maracatus e cucumbis. O executante o segura com a mão e o percute com uma baqueta ou com a outra mão. É instrumento indispensável na batucada e no samba. Nas baterias das escolas de samba e em outros conjuntos usa-se o tamborim industrializado com um pequeno aro de metal ou acrílico recoberto por pele em uma das bordas e percutido com vareta de bambu, madeira ou plástico, medindo aproximadamente 5cm de altura por 15cm de diâmetro.
TOM-TOM
O tom-tom (português brasileiro) ou timbalão (português europeu) é um dos tambores utilizados em uma bateria. Tecnicamente é classificado como instrumento de percussão e membranofone, como todos os tambores. Os tom-tons são construídos em formato cilíndrico, com duas peles (bimembranofones) e profundidade intermediária entre a caixa e o surdo. São tocados com baquetas. Atualmente o tom-tom possui um anel metálico para fixar cada pele e um sistema de fixação que permite a afinação do tambor. O baterista também pode bater neste anel para produzir um som metálico. O tambor é apoiado sobre um pedestal ou fixado a uma haste pela sua lateral. Os tom-tons são tocados em conjuntos de afinação variada. Em geral a bateria vem com 2 tons afinados da seguinte maneira: Tom 1 (menor) - som mais agudo. Tom 2 (médio) - som mais grave.
ZABUMBA
Tambor confeccionado de pranchas de madeira coladas com veios alternados ou metal, no formato de caixas cilíndricas, também conhecido por zabumba, de médias e grandes dimensões e sonoridade grave, sendo tocado ou percutido por varetas, macetas ou baquetas, em superfície com uma ou duas membranas esticadas em uma das bases, as quais, percutidas, produzem sons indeterminados, muito usado para marcar o ritmo em determinados gêneros musicais. O som da zabumba é característico de todos os ritmos nordestinos do genero forró, sendo os principais baião, xaxado e xote. É também usado no ritmo nordestino coco. Com seu som grave marca o tempo forte da música. Marca também o contratempo devido à sua vareta chamada bacalhau, que bate na pele inferior. O som grave funciona como uma espécie de bumbo de bateria, enquanto trabalha o bacalhau, que é uma espécie de caixa. Sua pele pode ser de couro ou de nylon, sendo que este não apresenta problemas com as afinações provocadas por temperaturas climáticas. O vocábulo "zabumba" é utilizado também para significar azar, ou uma reviravolta negativa na vida de alguém. "O" zabumba ou "A" zabumba, tanto faz. Não há um gênero classificador. Diferente de qualquer peça de bateria, surdo, bumbo ou similares, o zabumba acompanha na sua pele de cima um "abafador", para retirar o excesso de harmônico na nota emitida pela vibração da pele. Cada "abafador" varia em espessura e maciez. Dependendo do tamanho do zabumba (normalmente medido em polegadas). Partes da zabumba: Aros, peles, canôas, garras e corpo. Quanto maior a profundida do instrumento, maior facilidade em emitir notas com freqüências mais baixas (grave) e quanto maior o diâmetro, maior a facilidade em emitir harmônicos.

Fonte:Wikipédia

O Projeto Tudo é Percussão foi idealizado em parceria com o percussionista baiano Leonardo Reis. "Na Bahia, o percussionista consegue misturar elementos de diferentes culturas e tocar os mais diversos instrumentos", destaca Leonardo.


Daniela Lustosa - Assessoria de Comunicação
Pelourinho Cultural

*LEONARDO REIS*


Pertence a uma família onde a música é uma herança religiosa. Seu irmão, Orlando Costa ensinou os primeiros passos. Tem nos timbales um dos seus instrumentos de mais destaque, fruto de estudo e pesquisa em Cuba com o mestre Chagito. Seu timbre percussivo está presente nos discos e shows de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Marisa Monte, Ana Carolina, Ivete Sangalo e Banda Eva.

Fonte: http://encontrosonoro.blogspot.com - Tudo é percussão

O QUE É UM PERCUSSIONISTA??


Um Percussionista é um músico que toca instrumesntos de percussão. Normalmente este termo é usado para designar intrumentistas que executam tambores latinos ou africanos e diversos outros instrumentos como o agogô, o berimbau ou o carrilhão, seja em um conjunto de música popular ou em uma orquestra sinfônica.
O músico que toca a bateria, embora também seja tecnicamente um percussionista, é chamado normalmente de baterista. Essa separação se deve principalmente à formação normal de grupos de música popular, em que existe um músico encarregado da bateria e outro que toca todos os demais instrumentos de percussão.
Em alguns casos, os percussionistas podem ser chamados por outros nomes. Como os instrumentos de percussão são eminentemente rítmicos, em alguns conjuntos, como nas escolas de samba, podem ser chamados de ritmistas. Determinados instrumentos de percussão são tão importantes ou de execução tão específica, que seus executantes são chamados de forma diferenciada, como o timpanista que toca o tímpano (instrumento), o carrilhonista que toca o carrilhão e a celesta, ou xilofonista que toca o xilofone, marimba, metalofone ou vibrafone. Dentre Harmonia, Melodia e Ritmo, é esse último o que mais está atrelado aos instrumentos de percussão, sendo que muitas vezes os instrumentos rítmicos em uma música multi-instrumental são os de percussão. O percussionista é fundamental na maior parte dos conjuntos musicais populares para manter o tempo da música constante, dando aos demais músicos uma base rítmica sobre a qual tocar. A percussão também é fundamental para definir o caráter ou personalidade da música, através de efeitos sonoros e intervenções esporádicas de instrumentos como chocalhos, carrilhões, chicotes, entre outros. Na maior parte dos casos, os percussionistas também são responsáveis por tocar apitos, buzinas e outros instrumentos de sopro de altura indefinida.
Muitas sociedades possuem músicas interiamente executadas por instrumentos de percussão, particularmente tambores, que estão entre os instrumentos mais antigos do mundo. Muitos percussionistas ficaram famosos na execução de seus instrumentos e alguns deles adquiriram renome suficiente para serem líderes de seus próprios conjuntos.



Fonte: http://encontrosonoro.blogspot.com

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Blog em construção...

by Tatiane Rios
Um novo blog, mais bonito e mais caprichado para o Leonardo Reis...ele merece!!!